sábado, novembro 13, 2010

Vista Aérea da Praça da Alfândega com a 56a. Feira do Livro



Em imagem saturada por filtro da câmera Olympus X40.
A Feira do Livro termina nesta segunda-feira, dia 15 de novembro.
Talvez a razão fundamental de ser da Feira do Livro já não exista, ou seja, para comprar livros mais baratos e juntar os vendedores num só lugar já não é necessário que haja a Feira. Hoje temos a Internet, onde podemos adquirir obras até no exterior. E temos as chamadas "mega stores" em Porto Alegre, como é o caso da Saraiva, e da Cultura, as quais oferecem seus próprios programas de descontos aos clientes.
Mas eu sempre acho boa a movimentação que a Feira gera na Praça da Alfândega. E acho que um pena que dure apenas um pouco mais de duas semanas.

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A 56a. Feira do Livro de Porto Alegre entre ruínas

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Ou em obras, visando certa restauração...

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quarta-feira, outubro 27, 2010

A 56a. Feira do Livro de Porto Alegre entre os escombros da Praça da Alfândega

A 56a. Feira do Livro de Porto Alegre entre os escombros da Praça da Alfândega



Na próxima sexta-feira, dia 29 de outubro deve iniciar a 56a. edição da Feira do Livro de Porto Alegre. Será uma Feira sui generis, porque estará acontecendo sem que tenham terminado as obras de restauração da Praça da Alfândega, do Projeto Monumenta, que visam dar à Praça os ares que ela tinha há 50 anos.


As tais obras começaram após a Feira do Livro do ano passado, e incluem um extenso manejo da vegetação da Praça, e restauração da parte da Avenida Sepúlveda, a avenida que liga o Cais Central à praça. A praça chegou a ser totalmente cercada por um tapume, para que os operários pudessem trabalhar. Mas é certo que quem acompanha a restauração, deve achar que ela ocorre em ritmo lentíssimo.

Agora, por conta da Feira, os tapumes foram parcialmente retirados, e foi como ver a praça em ruínas. A grama virou mato alto, a estátua do Barão do Rio Branco, em frente ao Memorial do Rio Grande do Sul (antiga sede dos Correios), coberto por uma lona plástica, o estátua equestre do General Osório também parcialmente coberto por lona. Um horror.


Uma foto da maquete fixada no tapume que mostra como deveríamos imaginar a Praça da Alfândega após a restauração, indica que a Avenida Sepúlveda deveria receber paralelepípedos até a altura em que esta encontrasse a Rua Sete de Setembro, no centro da praça. Não foi feito ainda, e lançaram um concreto rápido, para receber as barracas da Feira.


Também colocaram uma tela, supostamente para proteger o que foi feito até agora.


Certo é que a Feira está sendo montada em meio a obras na Praça da Alfândega. Deveria ser uma restauração. Enquanto ela não termina, parecem ruínas.


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quarta-feira, outubro 06, 2010

Começa a montagem da Feira do Livro de Porto Alegre

A montagem da estrutura para a Feira do Livro de Porto Alegre, edição de 2010, já começou, mesmo que a Praça da Alfândega ainda esteja em ruínas, isto é, sendo reformada...

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sexta-feira, outubro 03, 2008

Montagem da Feira do Livro 2008 a mil

O cenário para a Feira do Livro de Porto Alegre, neste ano de 2008, está sendo montado rapidamente.
Esta foto foi tirada numa quinta-feira, dia 25 de setembro.

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terça-feira, agosto 26, 2008

O Relógio do Edifício do Relógio está funcionando




Eu só reparei hoje, dia 25 de agosto, que o relógio do prédio que me acostumei a chamar de Edifício do Relógio, na Rua dos Andradas, 1155, está funcionando.
Cheguei a perguntar ao porteiro do tal prédio, desde quando o relógio havia voltado a funcionar. Ele não soube me precisar, informou cerca de dois meses atrás, mas que havia sido noticiado na imprensa, na época.
Eu acho muito bom. Comecei a trabalhar no Centro de Porto Alegre, em 1981, e naquela época o relógio já estava parado. Acredito que parou muito antes que eu tivesse começado a trabalhar. Agora, vinte e tantos anos após eu tomar conhecimento da existência daquele relógio, ele volta a trabalhar.
E qual o fato espantoso a respeito? Não sei. Eu gosto de relógios. E gosto de coisas que façam aquilo para o qual foram projetadas. Acho que um imenso relógio parado no alto de um prédio em uma grande cidade, me parecia como uma ruína. E como a cidade não foi bombardeada para que a ruína fosse mantida como monumento, aquele relógio parado me parecia fora de lugar.
Funcionando, o relógio valoriza um pouco mais a cidade.

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