segunda-feira, janeiro 25, 2010

Cérebro só consegue administrar 150 amigos em redes sociais, diz estudo

Cérebro só consegue administrar 150 amigos em redes sociais, diz estudo

O cérebro humano é capaz de administrar um máximo de 150 amigos nas redes de relacionamento disponíveis na internet, como os sites Facebook e Orkut, revelou uma pesquisa realizada na Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha.

Segundo Robin Dunbar, professor de antropologia evolucionária na entidade, este número é praticamente o mesmo que se via antes da existência desses sites.

Nos anos 90, o cientista desenvolveu uma teoria batizada de "Número de Dunbar", que estabelece que o tamanho do neocortex humano - a parte do cérebro usada para o pensamento consciente e a linguagem - limita a capacidade de administrar círculos sociais a até 150 amigos, independente do grau de sociabilidade do indivíduo.

Sua experiência se baseou na observação de agrupamentos sociais em várias sociedades - de vilarejos do neolítico a ambientes de escritório contemporâneos.

Segundo Dunbar, sua definição de "amigo" é aquela pessoa com a qual outra pessoa se preocupa e com quem mantém contato pelo menos uma vez por ano.

Homens e mulheres

Ao se questionar se o "efeito Facebook" teria aumentado o tamanho dos círculos sociais, ele percebeu que não.

"É interessante ver que uma pessoa pode ter 1,5 mil amigos, mas quando você olha o tráfego nesses sites, percebe que aquela pessoa mantém o mesmo círculo íntimo de cerca de 150 pessoas que observamos no mundo real", afirmou Dunbar, em entrevista ao jornal The Times.

"As pessoas se orgulham de ter centenas de amigos, mas a verdade é que seus círculos são iguais aos dos outros."

Ainda segundo Dunbar, o comportamento de homens e mulheres em relação às amizades é diferente.

"Elas são melhores em manter as amizades apenas conversando com os amigos. Os homens precisam fazer alguma coisa juntos para se manterem em contato", explicou.



Texto da BBC Brasil.

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terça-feira, novembro 17, 2009

Francesa se casa com namorado morto há um ano

Francesa se casa com namorado morto há um ano

Uma francesa se casou, no último sábado, com o namorado morto há um ano em um acidente de carro.

Em novembro de 2008, Magali Jaskiewicz e Jonathan Goerge moravam juntos havia seis anos e já tinham duas filhas quando deram entrada nos papéis e marcaram o casamento para janeiro deste ano.

Mas dois dias depois, Goerge sofreu um acidente fatal.

Jaskiewicz, no entanto, fez uso de um artigo do código civil francês que permite o casamento com uma pessoa falecida se ela já havia oficialmente dado início ao processo formal para realizar a união.

Cavalete

Apesar da lei, o casamento póstumo é raro na França, com apenas dezenas de casos registrados por ano no país.

Mas para conseguir realizar a sua união com Goerge, Jaskiewicz teve de esperar o processo passar por várias instâncias, até chegar às mãos da Presidência, que a acabou autorizando, em setembro passado.

Durante a cerimônia no último sábado, realizada na Prefeitura do vilarejo de Dommary-Baroncourt, no leste da França, Jaskiewicz usou o vestido de noiva comprado há um ano.

A seu lado, estava uma grande foto de Goerge sobre um cavalete.

"Não estou muito animada para festejar", disse a noiva, após a cerimônia. "Vamos tomar um chá e vou agradecer àqueles que me apoiaram."

"Jonathan é meu único amor", afirmou.

Jaskiewicz agora passa a considerada oficialmente como viúva.

Notícia da BBC Brasil.

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terça-feira, outubro 27, 2009

Esposa mais jovem e inteligente é chave para casamento longo, diz pesquisa

Esposa mais jovem e inteligente é chave para casamento longo, diz pesquisa

Uma pesquisa britânica afirma que o segredo para os homens terem um casamento feliz e duradouro é escolher uma esposa mais inteligente e, no mínimo, cinco anos mais jovem.

Essa combinação, segundo os pesquisadores da universidade britânica de Bath, é a que tem maior probabilidade de dar certo no longo prazo, especialmente se nenhum dos dois tiver sido divorciado no passado.

O trabalho foi publicado na revista científica European Journal of Operational Research.

Os pesquisadores entrevistaram mais de 1,5 mil casais casados ou em relações estáveis. Após cinco anos, eles checaram quais casais ainda estavam juntos.

Fatores objetivos

Os cientistas descobriram que, em casos onde a esposa era mais velha que o marido em cinco anos ou mais, as chances de divórcio aumentaram para três vezes.

Se a diferença de idade é invertida – com o homem mais velho do que a mulher – as chances de sucesso no casamento aumentam.

Outro fator é o grau de educação da mulher. Quanto maior a escolaridade da esposa, maiores são as chances de o casamento durar, segundo a pesquisa.

Os casais em que nenhuma das pessoas foi divorciada também teriam mais chances de ficarem juntos por mais tempo. Mas casais em que apenas uma das pessoas foi divorciada são mais instáveis do que casais em que os dois já foram casados antes.

Para Emmanuel Fragniere, o pesquisador que conduziu o trabalho, homens e mulheres escolhem seus parceiros "com base no amor, atração física, semelhança de gostos, crenças e atitudes, e valores em comum", mas fatores objetivos – como idade, educação e origem cultural – também podem ajudar a diminuir os casos de divórcio.

Notícia da BBC Brasil.

Pesquisa científica!

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segunda-feira, maio 21, 2007

Relacionamentos em Tempos de Internet

A Internet tem umas coisas estranhas.
Eu não tenho certeza como cheguei ao blog "La Vieja Bruja" ou "Boa Noite pro Porco", do Marcelo Duarte. Acho que foi via alguma pesquisa no Google. E sempre achei os textos dele extremamente perspicazes. Assim fiquei um tanto quanto triste quando ele decidiu parar de escrever e fez uma despedida mais ou menos formal em 22 de março passado.
Na semana passada, a Regina Ramão resolveu também parar com o blog dela, o Brisa do Sul. Mais uma pessoa que parou. E curiosamente quando ela mais incrementava o blog. Recentemente ela havia começado com "podcasts", no que foi a "Rádio Brisa do Sul". Também parou. Mais uma perda...
E agora, a Mary, cujo nome nem sei se é este mesmo, perdeu o pai. E eu fiquei chateado com isso. Sei quase nada sobre a Mary, a não ser o que ela revela pelo blog dela, A Feminista. Já brinquei que ler aquele blog é como assistir um BBB, só que com mais conteúdo. O blog dela não parou. Mas que é um choque ler sobre a morte do pai do blogueiro, isto é. Mary escreve de algum lugar do interior do estado de São Paulo, é professora de uma universidade privada. E agora é órfã de pai.
São os tempos de nossa vida na Rede.

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